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17/02/2011
Sindicato cobra piso salarial e admite paralisação da categoria nos próximos dias
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil de Cuiabá (Sintraicccm), Joaquim Dias Santana, reivindicou, durante a ‘tribuna livre’ desta quinta-feira (17/02), no plenário da Câmara de Cuiabá, a igualdade de mercado no pagamento salarial dos servidores das empresas responsáveis pelas obras da Copa do Mundo, licitadas pela Agência da Copa em Mato Grosso (Agecopa). Existe até mesmo a possibilidade de greve dos trabalhadores do setor.
O vice-presidente da Câmara de Cuiabá, vereador Arnaldo Penha (PMDB), colocou o Poder Legislativo à disposição dos trabalhadores da construção “na luta por justiça salarial”. O vereador Lúdio Cabral (PT) lembrou que, praticamente no limite do prazo para execução das obras para a Copa do Pantanal 2014, é inconcebível que “temas menores”, como as convenções trabalhistas, ainda não tenham sido equacionados. 
Dias Santana argumentou que a maior preocupação é a valorização dos trabalhadores que atualmente contam remuneração abaixo do valor de mercado.
“O piso oferecido traz a idéia de exploração, por isso, falta mão de obra qualificada. Os baixos salários não são atrativos para quem precisa garantir a sobrevivência da família”, observa ele.
Ainda na sessão ordinária desta quinta-feira, o presidente solicitou apoio dos parlamentares na discussão de estratégias para solucionar os conflitos da categoria frente à Agecopa. Para ele, é importante exigir das empresas a aplicação correta dos direitos e garantias dos trabalhadores, além da correta execução das obras.
“O novo objetivo é buscar o aprimoramento na aplicação das normas de direito de trabalho junto às empresas contratadas. E já adiantamos que, se não ouvirem o nosso pedido, que é de direito, vamos paralisar as atividades nos próximos dias”, avalia o presidente.
Dias Santana disse ainda que a Agecopa está evitando discutir o assunto com a categoria. “A Agecopa está nos evitando, ou não está preparada para lidar com essa situação, queremos somente garantir nosso direito”, completa o líder sindical.
Adrielle Piovezan
 

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