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23/08/2013
Comissão de Educação apoia professores em greve e Allan cobra Prefeitura para negociar
Presidente da Comissão de Educação da Câmara de Cuiabá, o vereador Allan Kardec (PT) declarou total apoio à causa dos professores da rede municipal que entraram em greve na Capital exigindo recomposição salarial, promessa que o hoje prefeito Mauro Mendes, fez durante sua campanha eleitoral, em 2012 e agora resiste em cumprir. Com intuito de colaborar com os profissionais em busca de um acordo, Allan protocolou um requerimento endereçado ao Executivo, na sessão desta quinta-feira (22) quando dezenas de professores foram até a Câmara buscar apoio dos vereadores.

“Apresentamos um requerimento ao prefeito, ao secretário de Educação, Gilberto de Figueiredo para que ele faça urgentemente o atendimento à categoria. Atendimento esse negociado durante a campanha. Então, é mais um momento de tensão da administração pública com o trabalhador. E a Comissão de educação da Casa, o presidente da Comissão desta Casa está junto com a categoria nesta luta”, enfatizou o vereador que também é professor e conhece de perto todas as dificuldades enfrentadas diariamente pelos professores.  

Allan sempre militou nas causas educacionais defendendo melhorias, mais respeito e valorização para os profissionais e por isso ressalta que promessas de campanha precisam ser cumpridas. “O prefeito Mauro Mendes enquanto candidato, num debate dentro da escola Nilo Póvoas já tinha feito promessas de recomposição salarial, promessas essas não cumpridas”.

Ressalta que os professores cuiabanos estão cobrando apenas a questão salarial, pois exigem ter um ganho real, acima da inflação, uma vez que o aumento concedido foi apenas para repor as perdas inflacionárias. A categoria pleiteia reajuste de 10,9%.  

O vereador do Partido dos Trabalhadores pontua que existem várias outras dificuldades que passa a educação. Entre elas, uma carreira achatada, cujo nível e classe só eleva a cada 5 anos. Cita também a falta de concurso público e enfatiza que são muitas as reivindicações. “Mas apenas a questão da recomposição salarial já é motivo para mais de 7 mil profissionais pararem o exercício das suas funções e mais de 50 mil alunos ficarem fora das salas de aula prejudicando cerca de 30 mil famílias cuiabanas”.


Welington Sabino – Assessoria de Gabinete


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